Eu x Eu
Você pode reservar um restrito espaço no território dos pensamentos para pensar em algo intangível. Algo que você e qualquer pessoa normal diria ser impossível. Antes que tragam a camisa de força, deixa eu explicar: Não é porque é intangível ou até absurdo, que algumas coisas não façam bem, ou que importem algo do "país das maravilhas" para a vida real.
Da teoria para a prática: Vamos usar da filosofia dos livros infantis que te ensinam a desobedecer o óbvio e imaginar. Estranho, não?
Mas a pergunta é: Você já imaginou conversando consigo mesmo? Mas não esse cara de hoje, e sim aquela pessoa que era você tempos atrás.
Claro que não Diego! Isso é coisa para pessoas como você.
Independente disso, essa conversa só não seria construtiva ou curiosa como seria hoje um dos diálogos que mais gostaria de ter. E as palavras? Estão quase ensaiadas.
O que eu diria pro cara que não conhece como sou hoje? Eu diria para ele que eu... aliás ele está bem, ou melhor: Estará bem. Antes que o outro (engraçado chamar você mesmo de "outro") abrisse um sorriso como se tudo acontecesse milagrosamente, diria:
- É claro, para isso você terá que passar por poucas e boas. Você vai assitir a a vida virar de ponta-a-cabeça, mas que com o tempo vai ter convicção de tudo isso valeu a pena.
Se o tempo permitisse, poderia falar do cara que aprendeu a tomar decisões, controlar finanças, comer menos carboidratos, trocar os passes pelos passos, conhecer gente e gente como a gente. Diria que se esse cara acha que sabe muito e já viu quase tudo, iria ver esses velhos conceitos ruirem derrepente.
Agora se o contato tivesse que se resumir a uma frase, daí sim eu saberia bem o que dizer:
- Vamos lá! Você está no caminho certo e independente de como estará, estará muito melhor do que tá sendo agora (considere "agora" nesse caso como o passado).
Certamente eu me despediria desse contato mais do que pessoal com uma resposta do Diego do passado:
- Quando Crescer, quero ser igual à você!
E quando eu crescer, talvez possa ser melhor, mas juro que ainda não passou pela minha cabeça bater um papo com o cara anos à frente.
Voltando às palavras inciais: O que você faz com o que sobrou da capacidade de pensar? Faz um sacrifício profano em oferenda à rotina, como qualquer pessoa normal. Certo?
Observações:
*Olha lá o Diego falando de tempo denovo.
*Desconsiderei a possibilidade do meu Eu-passado não me reconhecer.
Ouvindo: O Álbum "Yoshimi Battles the Pink Robots" do Flaming Lips.
Independente do que for passar pelas suas cabeças, passem uma boa semana!
Da teoria para a prática: Vamos usar da filosofia dos livros infantis que te ensinam a desobedecer o óbvio e imaginar. Estranho, não?
Mas a pergunta é: Você já imaginou conversando consigo mesmo? Mas não esse cara de hoje, e sim aquela pessoa que era você tempos atrás.
Claro que não Diego! Isso é coisa para pessoas como você.
Independente disso, essa conversa só não seria construtiva ou curiosa como seria hoje um dos diálogos que mais gostaria de ter. E as palavras? Estão quase ensaiadas.
O que eu diria pro cara que não conhece como sou hoje? Eu diria para ele que eu... aliás ele está bem, ou melhor: Estará bem. Antes que o outro (engraçado chamar você mesmo de "outro") abrisse um sorriso como se tudo acontecesse milagrosamente, diria:
- É claro, para isso você terá que passar por poucas e boas. Você vai assitir a a vida virar de ponta-a-cabeça, mas que com o tempo vai ter convicção de tudo isso valeu a pena.
Se o tempo permitisse, poderia falar do cara que aprendeu a tomar decisões, controlar finanças, comer menos carboidratos, trocar os passes pelos passos, conhecer gente e gente como a gente. Diria que se esse cara acha que sabe muito e já viu quase tudo, iria ver esses velhos conceitos ruirem derrepente.
Agora se o contato tivesse que se resumir a uma frase, daí sim eu saberia bem o que dizer:
- Vamos lá! Você está no caminho certo e independente de como estará, estará muito melhor do que tá sendo agora (considere "agora" nesse caso como o passado).
Certamente eu me despediria desse contato mais do que pessoal com uma resposta do Diego do passado:
- Quando Crescer, quero ser igual à você!
E quando eu crescer, talvez possa ser melhor, mas juro que ainda não passou pela minha cabeça bater um papo com o cara anos à frente.
Voltando às palavras inciais: O que você faz com o que sobrou da capacidade de pensar? Faz um sacrifício profano em oferenda à rotina, como qualquer pessoa normal. Certo?
Observações:
*Olha lá o Diego falando de tempo denovo.
*Desconsiderei a possibilidade do meu Eu-passado não me reconhecer.
Ouvindo: O Álbum "Yoshimi Battles the Pink Robots" do Flaming Lips.
Independente do que for passar pelas suas cabeças, passem uma boa semana!





5 Comments:
Eu converso comigo mesmo.....mas costumo conversar com uma Naya em terceira pessoa no tempo atual....
nham, tá, é estranho....mas acho q é como eu consigo ver melhor as coisas!
se te colocarem em uma camisa de força, q me levem junto!!!
Hey, tô montando um blog..... pena q não lembro mais quase nada de html >.<
tô anos sem mexer com isso
mas por enquanto tá bom XD
;*****
amo tu
gostei do layout.
fofo você ouvir flaming lips. :}
amo vcê, cabeça de camaron.
pra sempre no corazón da naht!
(tá meio autista essa coment, mas finja que não)
Suposições a respeito do texto de hoje:
Inspiração: Seria "O menino no espelho" do Fernando Sabino?
Acho que não. Tu disse que não é muito fã dos livros né... mas leia! Esse é bem bom, bonito, barato, simples, fácil e divertido. E fala justamente disso que você postou.
Insatisfação pessoal: "Olha lá o Diego falando de tempo denovo".
Tá certo. Nosso maior aliado quando a gente não precisa. Mas que às vezes é nosso pior carrasco (quando a gente aceitaria até morrer por mais um pouquinho dele).
Momentum scriptum (haha, tá vendo que de latim eu entendo tudo né!): Tempos de extremo saudosismo, mas também de uma retrospectiva relativamente positiva por ter vivido e dado conta de tudo até aqui.
Alguma coisa eu devo ter suposto certo.
Bom domingão, Diego.
É, no seu orkut está escrito o seguinte: "escrever muito não quer dizer escrever tudo" e eu concordo em número, genero e grau.
o que importa não é a quantidade que escrevemos ou falamos, o que importa é a intensidade disso tudo, e eu li o que está escrito por aqui, não tudo, até pq o muito não singifica tudo, não é? mas li o suficiente pra te dizer, tuas palavras são intensas.
gostei bastante!
;)
que bonito isso aqui :)
Postar um comentário
<< Home